Interpretação para iniciantes

Daniela Love

(limitado a 20 vagas)

[ENTRADA: 5€]

17 e 18 de Maio (10:00 – 13:00)

 Descrição: Direcionado a não atores/ amadores pretende ser uma primeira abordagem ao que é o trabalho do ator. Os dois blocos de trabalho propõem explorar, através de jogos de improvisação, o sentido de grupo, incentivando a escuta e a reação a estímulos externos; trabalhar o texto e o sub-texto e orientar a construção de personagem.

Suportado por uma introdução ao corpo e à voz como ferramentas este workshop assenta essencialmente em trabalhar a disponibilidade, a generosidade e a verdade em cena.

Requisitos – Pede-se a todos os participantes que respondam previamente a um questionário no momento da inscrição e que venham com roupa confortável.

A Daniela Love nasceu em 1992 e é uma actriz formada pela Academia Contemporânea do Espectáculo (ACE). Tem trabalhado prolificamente em teatro televisão e cinema, tendo nos últimos quatro anos colaborado com projectos no âmbito do Teatro para escolas e desenvolvido trabalhos em publicidade e videoclips, e em vários projectos de performance.

Em televisão integrou o elenco da série da RTP «Dentro» e dos telefilmes, também para a RTP, «A rapariga da máquina de filmar» e «Offline». Em cinema destacam-se as curtas-metragens «Videoclube» de Ana Almeida, «2000 pés» de Bruno Nacarato, «M is for Mail» de Pedro Santasmarinas, «Inauguração» de Gonçalo Ribeiro e, mais recentemente, «Laranja Amarelo» de Pedro Augusto Almeida.

Recentemente trabalhou no filme «Ramiro» de Manuel Mozos e protagoniza a longa-metragem «A Floresta das Almas Perdidas» de José Pedro Lopes que exibimos em Outubro no Madeira Film Festival Screenings.

 

Workshop de Cinema Mobile

Luísa Sequeira

e Eduardo Filipe (Sama)

19 de Maio (10:00 – 13:00) – [ENTRADA: 5€]

 

Descrição: Este workshop abordará o uso do telemóvel como ferramenta para o cinema mobile.

Em foco vão estar as práticas consequentes da democratização do cinema a partir dos dispositivos móveis, com a oportunidade de serem estudados alguns filmes feitos com telemóvel e os acessórios utilizados para a produção de filmes mobile.

Luísa Sequeira é realizadora e curadora de cinema, estudou jornalismo e realização de documentários, neste momento está a fazer um doutoramento em Arte dos Media. Trabalhou mais de uma década na RTP, coordenando e apresentando vários projectos. Entre eles, destaca-se, o Fotograma, um magazine dedicado ao cinema em língua portuguesa. Desde 2010, é diretora do festival de curtas-metragens “Shortcutz Porto” (que conta com mais de 220 edições) e organiza o Super 9 Mobile Film Fest, o primeiro festival português dedicado a filmes realizados com mobile, que já está 5 ª edição.

Coordenou e realizou o “Porto sem Nó″, vencedor do Festival Internacional de Televisão do Rio de Janeiro. Co-realizou com o artista Sama uma série de animação de 13 episódios para o canal Brasil. Realizou e produziu vários filmes, entre eles” Os Cravos e a Rocha”, “Motel Sama”, “La Luna”, “Memória, substantivo feminino” e “My Choice”.

Recentemente estreou a longa-metragem documental “Quem é Bárbara Virgínia?”, um filme sobre a primeira realizadora portuguesa, que foi exibido recentemente no Festival Internacional de Rotterdam. Neste momento está a realizar com o artista Sama o documentário “Nada a Temer”, um filme sobre a actual situação política e social do Brasil, e está a produzir com a Luísa Marinho e com a Ana Luísa Amaral um documentário sobre “As Novas Cartas Portuguesas”.

Sama é o “Ghost Artist” de Eduardo Filipe. Enquanto Eduardo trabalha como ator, Sama rouba-lhe a cena como autor de quadrinhos e animações. Eduardo Filipe trabalhou como ator em cinema em “Era uma vez”, “As Meninas”. No teatro entrou nas peças, “Os 12 trabalhos de Hércules” e o “O Ateneu”. Foi o vencedor do “Festival Ver e Fazer Filmes”, a frente da equipe de cinema da Universidade Católica do Porto no âmbito das celebrações da Capital Europeia da Cultura 2012 em Guimarães.

Sama é artista visual premiado em salões de arte contemporânea e de cartoons. Venceu o 1º lugar na 15ª edição do Salão Carioca de Humor, colaborou para as revistas: Piauí, Argumento, General e nas

antologias de HQ: “Golden Shower”, “Tarja Preta”, “Irmãos Grimm em Quadrinhos”, “Revista Prego nº7 entre outras. Em 2011 lançou seu primeiro livro, “A Balada de Johnny Furacão”, considerada uma das melhores publicações do género no Brasil. Na Europa, colaborou para os periódicos franceses, “Gazette de La Lucarne” e “Papier”. Foi um dos convidados do Amadora BD 2012, onde apresentou a primeira edição dos “Cadernos de Sama”. Expôs no IX Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja 2013. Em 2014 lançou no Canal Brasil junto com Luísa Sequeira a série animada adulta, “Motel Sama”. Neste mesmo ano, Sama integrou o grupo de artistas presentes na Comic Con Portugal, onde lançou as publicações independentes, “La Dolce Vita”,

 

 

Representação para actores

 

Dorka Gryllus

 

(limitado a 10 vagas)

[PARA ACTORES PROFISSIONAIS]

19 de Maio (10:00 – 13:00)

 O workshop abordará as diferenças entre representar em palco e para a câmera e como gerir a energia durante as rodagens. Será também abordado questões por exemplo: “Como fazer um casting e um e-casting”; “Como se apresentar”; “Como se comportar num evento cinematográfico” e “Como se auto-promover”. Este workshop é GRATUITO, no entanto destina-se a apenas a actores e a inscrição terá de ser feita através do email: Elsa@madeirafilmfestival.com O workshop tem um número limitado de vagas (10 pessoas).

 

 Dorka Gryllus nasceu a 26 de Dezembro de 1972, em Budapeste, numa família de artistas. O seu pai é um conhecido músico e a sua mãe uma aclamada encenadora que bem cedo alertou-a para o árduo trabalho envolvido no percurso de actriz. Aos 22 anos acompanhou um amigo a uma filmagem do realizador Bela Tarr e surgiu aí a faísca que mudou a sua vida. Inscreveu-se imediatamente na Universidade de Cinema e Teatro de Budapeste onde foi aceite. Logo no seu primeiro ano, foi descoberta e acompanhada pelo seu professor e mentor Tamás Ascher que logo após a conclusão dos seus estudos levou-a para o talentoso conjunto de actores do ilustre Teatro Csiky Gergely. Os seus cuidadosos e aprofundados estudos de personagem resultam em performances exímias e uma facilidade incrível em transitar entre os vários géneros. Dorka tem vindo a trabalhar em países como a Áustria, Alemanha, Hungria, Reino Unido e Estados Unidos da América em filmes e inúmeras produções teatrais, onde a critica unanimemente tem elogiado os incríveis talentos da actriz. Além da sua carreira de actriz, Dorka Gryllus é também uma talentosa vocalista em várias bandas entre elas os Ef Zámbó Happy Dead

 

 

 

MASTERCLASS

 

HISTÓRIA E EVOLUÇÃO DO CINEMA DE TERROR:

DE CALIGARI A GET OUT

João Monteiro

[ENTRADA: GRATUITA]

20 de Maio (10:00 – 13:00)

 

 

Descrição: Esta masterclass é destinada a todos os interessados pelo cinema em geral e pelos géneros cinematográficos em particular. Trata-se uma contextualização artística e sócio-política do Terror enquanto género, entender a sua popularidade em 100 anos de cinema e fornecer uma

cinefilia básica e compreensiva dos filmes. João Monteiro irá atravessar um século de cinema, desde as origens temáticas e estéticas do filme de terror, abordando a pré-história do filme de terror, o período clássico, o cinema de terror fora de Hollywood, a Era Moderna, abordará também a tensão milenar que se fez sentir com o pós-modernismo e o boom asiático até chegar à idade contemporânea onde falará, entre outros, de clássicos como Rosemary’s Baby (Polanski), The Babadook (Jennifer Kent) e Get Out – Foge (Jordan Peele).

 

 

João Monteiro nasceu em Lisboa em 1977. Licenciou-se em História de Arte na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, tendo estagiado durante um ano no Museu Rafael Bordalo Pinheiro. Em 2000 participou na fundação do Cineclube de Terror de Lisboa (CTLX) que inicia actividade no ano seguinte em ciclos à meia-noite no cinema King. Trabalhou durante 6 anos na Atalanta Filmes no departamento de Vídeo/DVD e 6 meses na Valentim de Carvalho Multimédia. Em 2007, o CTLX organiza a 1.ª edição do MOTELx – Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa e cuja actividade se estende até ao presente como director e programador. Foi também através deste festival que conheceu António de Macedo. Realizou em 2017 o filme “Nos Interstícios da Realidade ou o Cinema de António de Macedo”, que venceu o Prémio Sophia 2018 na categoria de Melhor Documentário em Longa-Metragem.